Quem sou

Meu nome é Juliana Vale e sou psicóloga clínica e hospitalar no Rio de Janeiro.
Ofereço atendimento clínico presencial (Leblon) e online.
Formação
- Psicoterapia Psicodinâmica e Neurociência AEDP (Accelerated Experiential Dynamic Psychotherapy) pelo Instituto AEDP Brasil.
- Experiência Somática (SE) pela Associação Brasileira do Trauma/ABT.
- Postgrado Teórico-Práctico en Psicoterapia Integradora pelo Centro Mensalus de Psicologia y Psiquíatría (Barcelona, Espanha).
- Especialização em Psicoterapia Psicossomática & Epigenética pelo Centro de Psicoterapia Somática em Biossíntese/CPSB (Lisboa, Portugal).
- Graduada em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro/PUC-Rio.
Principais linhas de estudo clínico
Estudos contemporâneos do apego: A compreensão pessoal dos estilos de vinculação afetiva que cada um/a traz consigo, a partir da sua história intersubjetiva e que influenciam sua autopercepção, suas formas de relacionar-se com outras pessoas e de lidar com seu próprio funcionamento psíquico-emocional.
Regulação afetiva: O desenvolvimento dos próprios recursos de autorregulação e das habilidades inatas para constituir novas formas de corregulação, sempre seguindo os ritmos internos e o sistema neurofisiológico de cada indivíduo.
Experiência somática (SE™): O trabalho de sensibilização e autopercepção, que permite às pessoas expressarem e liberarem gradualmente sintomas físicos e psicológicos retidos no sistema nervoso autônomo, devido à hiperativação causada pela reação instintiva a eventos estressantes.
Trauma psicológico e memórias traumáticas implícitas: A conscientização do estresse físico ou emocional, causado por experiências traumáticas ocorridas repetidamente ao longo do desenvolvimento ou por eventos de choque, que se tornam vulnerabilidades inconscientes, alterando emoções, comportamentos, formas de se relacionar, além do próprio corpo físico (os desdobramentos psicossomáticos e/ou epigenéticos).
Processos de luto: O processo de elaboração da dor causada pelo rompimento de vínculos afetivos importantes; a perda do mundo referenciado com a possível perda de si mesmo/a; a dinâmica de reconstrução; a ressignificação dos laços emocionais e a compreensão subjetiva de cada um/a frente às questões relacionadas à finitude da vida.
Perinatalidade e constituição da parentalidade: O trabalho (clínico e hospitalar em UTI neonatal) com indivíduos e famílias que estão no processo de tornar-se mãe ou pai; os atravessamentos psicológicos nos casos de reprodução assistida, de gravidez de risco, de diagnósticos difíceis ou na espera pela adoção; a angústia não legitimada das pessoas “tentantes”; os silenciados lutos de perdas gestacionais ou perinatais; a depressão pré e pós-parto; os quadros de ansiedade; as mudanças nos relacionamentos afetivos em função das ambivalências individuais próprias da parentalidade contemporânea.
Nossa forma de trabalho
Baseia-se na construção de uma relação terapêutica sustentada pelo vínculo e pela segurança, que permita ao/as pacientes se sentirem acolhido/as e apoiado/as em suas experiências emocionais.
Considerando que cada processo terapêutico é único e singular, prezo pela saúde, pelo cuidado em rede, pela conexão humana, pela presença viva e criativa, pela simplicidade e por um trabalho clínico integrado, ancorado em princípios éticos.